terça-feira, 9 de junho de 2020

Oração de Preparação para a festa de Corpus Christi




A Solenidade de Corpus Christi (Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo) ressalta a nossa fé na presença real de Nosso Senhor nas espécies consagradas. Transcorridos os dias da Páscoa, a Igreja se une para reavivar e manifestar a nossa fé, pelo Sacramento da Eucaristia. Neste ano, a Solenidade está prevista para o dia onze (11) de junho de 2020.

Saudação a Santíssima Trindade (cantada)

Salmodiar as estrofes e cantar o refrão do canto a seguir:

A mesa tão grande e vazia
De amor e de paz, de paz!
Aonde há luxo de alguns
Alegria não há jamais!
A mesa da Eucaristia nos
Quer ensinar, ah, ah
Que a ordem de Deus
Nosso Pai é o pão partilhar

Pão em todas as mesas
Da Pascoa a nova certeza
A festa haverá
E o povo a cantar, aleluia!

As forças da morte, a injustiça
E a ganância de ter, de ter
Agindo naqueles que impedem
Ao pobre viver, viver
Sem terra, trabalho e
Comida a vida não há, não há
Quem deixa assim e não age
A festa não vai celebrar

Irmãos, companheiros na luta
Vamos dar as mãos, as mãos
Na grande corrente do amor
Na feliz comunhão, irmãos
Unindo a peleja e a certeza
Vamos construir, aqui
Na terra, o projeto de Deus todo povo a sorrir

Um dos pilares da Espiritualidade da Família Vicentina é a “Eucaristia”.  Em um dos escritos que aborda sobre a encarnação como um dos pilares dessa espiritualidade, São Vicente admite que na Eucaristia podemos encontrar tudo, onde ele mesmo nos escreveu:

“E porquanto, para venerar perfeitamente estes mistérios, [da Santíssima Trindade e da Encarnação] nenhum meio pode dar-se mais excelente do que o devido culto e bom uso da sagrada Eucaristia, quer a consideremos como sacramento quer como sacrifício, pois contém em si como que a suma dos outros mistérios da fé e por si mesma santifica e, finalmente, glorifica as almas dos que dignamente comungam e devidamente celebram, e daí resulta amplíssima glória a Deus Uno e Trino e ao Verbo Encarnado. Por isto nada teremos por mais recomendado do que rendermos a devida honra a este sacramento e sacrifício como também trabalharmos com todo o desvelo para que por todos lhe seja dada a mesma honra e reverência, o que procuraremos cumprir com todo o esforço, impedindo principalmente, quanto puder ser, que acerca dele algo se faça ou diga irreverentemente, e ensinando com diligência aos outros, o que devem crer deste tão soberano mistério e de que modo devem venerá-lo.[1]

Aclamação ao Evangelho (Jo 6,51-58)

Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça
E tudo mais vos será acrescentado, aleluia, aleluia
Nem só de pão o Homem viverá, mas de toda palavra
Que procede da boca de Deus aleluia, aleluia

Naquele tempo, disse Jesus às multidões dos judeus: 51 “Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo”. 52Os judeus discutiam entre si, dizendo: “Como é que ele pode dar a sua carne a comer?” 53Então Jesus disse: “Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós. 54Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia. 55Porque a minha carne é verdadeira comida, e o meu sangue, verdadeira bebida. 56Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. 57Como o Pai, que vive, me enviou, e eu vivo por causa do Pai, assim aquele que me recebe como alimento viverá por causa de mim. 58Este é o pão que desceu do céu. Não é como aquele que os vossos pais comeram. Eles morreram. Aquele que come este pão viverá para sempre”.
- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Oração Pessoal

Palavras do Superior Geral Tomaz Mavric, em 2018, sobre a Eucaristia:

“São Vicente dava uma importância muito especial à Eucaristia, tanto na vida espiritual dos seus filhos e filhas espirituais, como também na pregação missionária. Para nós, hoje, ela deve manter este lugar central. Permitam-me compartilhar alguns pontos que, hoje, me parecem ter uma importância particular para a nossa vida espiritual e nosso apostolado. Esta primeira reflexão é direcionada especialmente na intenção dos sacerdotes. Gostaria de destacar um dado importante e, às vezes, negligenciado: quando nós, ministros da Eucaristia, celebramos a missa, nos fazemos um com Cristo, devido ao nosso sacerdócio ministerial: agindo em nome e na pessoa de Cristo, que é a Cabeça, entramos no “eu” do único grande sacerdote, Jesus. Nós lhe emprestamos nossa voz, nossas mãos e nosso coração para que, ao dizer na primeira pessoa as próprias palavras de Jesus “Este é o meu corpo… Este é o meu sangue”, ele mesmo realize a transformação do pão em seu Corpo e do vinho em seu Sangue. Assim, ocorre para nós, Padres, uma intimidade maior com o Cristo que devemos experimentar diariamente e através da qual um sentido muito profundo é dado a nossa identidade sacerdotal. Todos nós, Sacerdotes, Irmãos, Irmãs e leigos vicentinos, através do nosso batismo, para retomar a expressão do Concílio, somos “fiéis de Cristo”. Também, devido ao sacerdócio comum dos fiéis que compartilhamos, cabe a todos nós, sem distinção, oferecer ao Pai a nossa vida e a de todos que nos rodeiam, em união com a oblação eucarística de Cristo. Durante a missa, no momento do ofertório, ou mesmo durante a elevação, dediquemos tempo para associar a nossa vida, a vida do mundo e da Igreja à oferenda de Jesus a seu Pai para dar-Lhe glória e receber Dele graças e bênçãos. É desta maneira que nossa missa se reveste de uma densidade humana especial que é oferecida por Jesus Cristo a Deus Pai. Todos nós que, indistintamente, somos fiéis, recebemos a Comunhão, culminância da missa. As palavras de Jesus em São João, “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele” (Jo 6,56), devem alimentar e orientar nossa ação de graças após a comunhão para fazer dela um momento de intimidade amorosa, no silêncio e no recolhimento, com o Cristo, sobre o qual João disse, em sua introdução à ceia pascal: “tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (13,1b). O Cristo que nos amou até o fim tanto em sua Paixão como na Eucaristia, na qual Dele fazemos memória, espera nosso amor em resposta ao seu. É o momento, após a comunhão, de Lhe expressar em uma oração silenciosa e fervorosa. Nossa comunhão será tão válida quanto a nossa ação de graças. Finalmente, após a missa, ao invés de dizer adeus a Jesus, que deixaremos no silêncio do tabernáculo, partiremos com ele, “permaneceremos com Ele e Ele conosco”, para viver com Ele e Nele nosso dia, com seus encontros, alegrias, sofrimentos e responsabilidades. Partiremos com Ele em direção a todos com os quais convivemos e que nos foram confiados. Nós vicentinos, partimos para evangelizar os pobres, servi-los corporal e espiritualmente, anunciar-lhes a palavra da vida e estar a serviço de sua promoção humana, “seguindo Cristo evangelizador dos pobres” e em união com Ele”.

Preces espontâneas. Resposta:
Eis que sou o Pão da Vida
Eis que sou o Pão do céu
Faço-me vossa comida
Eu sou mais que leite e mel

Pai Nosso e Avé Maria

Oração Final - CEN
Ó Salvador do Mundo, no deserto, Deus Pai alimentou o povo com o maná e preparou na sua bondade uma mesa para o pobre.
Fazei que, neste Congresso Eucarístico Nacional, ao celebrarmos o  mistério da Palavra que se fez Carne e Pão da vida, vivamos em vós a comunhão e a partilha de nosso  pão de cada dia, para que não haja necessitados entre nós.
Vós, cheio de compaixão,  tomastes o pão, destes graças e o distribuístes à multidão com fome.
E, para permanecer entre nós o sacrifício da Nova Aliança, na última ceia, mandastes que o celebrássemos em memória de vós.
Concedei-nos que, ao participar do banquete do vosso Corpo e do vosso Sangue e adorando vossa presença na Eucaristia, continueis a vossa ação, em nós e através de nós, para que haja pão em todas as mesas.
À luz do Espírito Santo, pelo qual realizais hoje o memorial da vossa Páscoa na Igreja, façamos a opção evangélica pelos pobres, como consequência da fé que age pela caridade, e saiamos, com a Virgem Maria, proclamando que Deus saciou de bens os famintos, oferecendo a todos a vossa vida, pelo anúncio alegre do Evangelho.
Amém.

“São Vicente nos ensina a ver
Cristo no Pobre e o Pobre no Cristo.”

[1] Regras Comuns da Congregação da Missão, capítulo X, artigo 3.8 de novembro de 2017.

terça-feira, 2 de junho de 2020

Decálogo Missionário Vicentino


1. PROVOCADOS PELOS POBRES. Só em 1617, depois de dezessete anos de ordenado, São Vicente muda radicalmente sua maneira de viver o ministério sacerdotal, graças aos pobres (XII, 7-8, 208-210). Ser Padre e Irmão da Missão é primeiramente participar nesta experiência de 1617, aceitando que os pobres de hoje nos questionem nossa vida, ministério e Instituto, construindo em nós uma conversão permanente. 


2. MISSIONÁRIOS EM SEGUIMENTO DE JESUS CRISTO. Desde 1617, Jesus Cristo é, para São Vicente, “o enviado do Pai”, “o missionário dos pobres” (XI, 109). Ler, compreender e viver o Evangelho à luz de Lc 4,18. Ser Padre e Irmão da Missão é adotar este tipo de relação com Jesus Cristo e esta chave da leitura do Evangelho. 


3. MISSIONÁRIOS SEGUNDO AS CINCO VIRTUDES. Para o Senhor Vicente, o Cristo a seguir e imitar é o “Jesus Cristo enviado para evangelizar a os pobres”, de onde se originam as cinco virtudes missionárias de Jesus Cristo: simplicidade, humildade, mansidão, mortificação e zelo (XII, 298). São Vicente as elegeu como “mais apropriadas aos missionários” (XII, 302). Ser Padre e Irmão da Missão exige uma santidade indissociável de sua “qualidade apostólica” no sentido das cinco virtudes fundamentais. 


4. MISSIONÁRIOS NA IGLEJA. O Pai envia ao Filho para que evangelize aos pobres. O Filho envia à Igreja. Para seguir, pois, a Jesus Cristo na Missão, faz falta ser enviado pela Igreja e trabalhar na Igreja. Ser Padre e Irmão da Missão é responder ao chamamento do Papa e dos bispos que nos enviam aos pobres (III, 154; I, 309). E trabalhar na evangelização dos pobres com os demais sacerdotes e religiosos e com os leigos (VIII, 238-239). 


5. MISSIONÁRIOS EM COMUNIDADE. Estas são as exigências da Missão que, entre 1617 e 1625, levam São Vicente a se dar conta da necessidade da Comunidade (XII, 8). Em todos os textos oficiais (XIII) se define a Comunidade da Missão. Ser Padre e Irmão da Missão é comprometer-se comunitariamente para melhor evangelizar aos pobres, pois a Comunidade tem sempre que definir-se e estruturar-se em função desta evangelização. 


6. MISSIONÁRIOS PARA OS POBRES. Aí se fixa o projeto de São Vicente e o fim da Companhia. É evidente no contrato de fundação (XIII, 197-202) e se reafirma constantemente até 1660. Ser Padre e Irmão da Missão é aderir este fim. Segundo expressão de São Vicente, “isso é o capital de nossa vocação” (XI, 133). Aceitar este fim e que ele justifique cada uma de nossas ações: esse é o critério rigoroso de nossas atividades apostólicas. 


7. SANTOS PARA OS POBRES. A santidade que São Vicente propõe aos sacerdotes e irmãos da Missão é a santidade do “missionário enviado aos pobres em seguimento de Jesus Cristo”. Ser Padre e Irmão da Missão é aceitar uma santidade que se define pela Missão e se nutre da Missão (XII, 138). 


8. CONSAGRADOS A DEUS PARA OS POBRES. Segundo São Vicente, os votos nos unem a Deus para os pobres. Não podem definir-se nem se viver mais que por referência à Missão. Ser Padre e Irmão da Missão é consagrar-se a Deus para o serviço dos pobres utilizando “as mesmas armas” que o Filho de Deus: Pobreza, Castidade, Obediência (XII, 366-367). 


9. ATENTOS AOS ACONTECIMENTOS. Para São Vicente, o acontecimento é sinal de Deus, e se converte em sinal privilegiado quando concerne diretamente aos pobres. Ser Padre e Irmão da Missão é aceitar que se verifiquem em nossa vida os acontecimentos concernentes, sobretudo, aos pobres, “o guia do Espírito Santo” (XI, 37), o que exige sempre uma revisão de vida a partir da prática vicentina. 


10. ATENTOS À VOLUNTAD DE DEUS. A prática da vontade de Deus é, para São Vicente, a aproximação a Deus melhor encarnada no hoje e a que mais alude à ação. Ser Padre e Irmão da Missão é tentar viver a vontade de Deus, “alma da Companhia e uma das práticas que mais deve se ter dentro do coração…” (XII, 183). 

[(Março 1977). A experiência espiritual do Senhor Vicente e a nossa, nos Anais da Congregação da Missão e das Filhas da Caridade, Tomo 85 (No. 3), p. 283-285]

Encuentro de Oración al Espíritu Santo con el Superior General



No dia 30 de maio de 2020, às 11h da manhã, o estudante Ramon Aurélio, auxiliado por Cleber Teodósio, participou da Oração do Espírito Santo com o Superior Geral da Congregação da Missão, Pe. Tomas Mavrič, CM, que foi transmitida, ao vivo, pela página de facebook da CMGlobal: /CongregaciondelaMision. Participaram também estudantes de outras províncias: Costa Rica, Índia e França. Cada um dos participantes rezava uma parte da oração, coube ao Ramon rezar as preces. A transmissão foi tranquila e acredita-se ter alcançado seu objetivo.  
Veja a seguir a oração em espanhol:

Monición inicial en
(4 idiomas Emmanuel Typam)

Queremos reunirnos en este día, para orar al Espíritu Santo que siga creando, transformando, dando vida e inquietando nuestros corazones con la misma novedad que el día de Pentecostés cuando inflamó los corazones de 12 apóstoles, que en torno a María, se convertirían en testigos de Jesucristo vivo.

Pidamos que seamos receptivos al Espíritu que siempre esta viniendo, que siempre quiere transformar nuestras vidas y llenarlas de sentido. Que su fuerza de amor disipe todas nuestras penas y tristezas, renueve nuestras vidas para construir un futuro mejor.

Ritos Iniciales

P. Tomaž Mavrič : En el Nombre del Padre y del Hijo y del Espíritu Santo.

Bienvenidos, hermanos a este momento de oración al Espíritu Santo. Hace cincuenta días celebrábamos gozosos la victoria de Cristo sobre la muerte, hoy celebramos el don del Espíritu Santo. Abramos nuestro corazón a la fuerza renovadora del Espíritu y pidamos la valentía para responder generosos al llamado que nos hace a cada uno de nosotros.

3. ACTO PENITENCIAL

P. Tomaž Mavrič: Para disponernos mejor a la actuación del Espíritu en nosotros pidamos perdón por nuestras faltas de amor a Dios, a nosotros y a nuestros hermanos.
(Se deja un breve momento de silencio)

P. Tomaž Mavrič: Por todas las ocasiones en que hemos cerrado nuestros ojos a las injusticias y hemos puesto nuestra mirada en cosas que nos distraen.

Señor ten Piedad..

P. Tomaž Mavrič: Por las veces en que hemos tapado nuestros oídos para no escuchar las voces de los que sufren y piden nuestra ayuda.

Cristo Ten Piedad

P. Tomaž Mavrič: Por las veces en que nuestras manos han servido a la destrucción y no a la construcción de una civilización del amor.

Señor ten piedad.

P. Tomaž Mavrič: Dios, rico en misericordia, atiende las súplicas que te hemos dirigido y aquellas que, aunque presentes en nuestra mente y nuestro corazón, no nos atrevemos a elevar a ti. Por Jesucristo, nuestro Señor.




Liturgia de la Palabra


DEUXIÈME LECTURE Jean Baptiste GNING, cm FRANCES

« C’est dans un unique Esprit que nous tous avons été baptisés pour former un seul corps » (1 Co 12, 3b-7.12-13)

Lecture de la première lettre de saint Paul apôtre aux Corinthiens

Frères,
    personne n’est capable de dire :
« Jésus est Seigneur »
sinon dans l’Esprit Saint.
    Les dons de la grâce sont variés,
mais c’est le même Esprit.
    Les services sont variés,
mais c’est le même Seigneur.
    Les activités sont variées,
mais c’est le même Dieu
qui agit en tout et en tous.
    À chacun est donnée la manifestation de l’Esprit
en vue du bien.

    Prenons une comparaison :
le corps ne fait qu’un,
il a pourtant plusieurs membres ;
et tous les membres, malgré leur nombre,
ne forment qu’un seul corps.
Il en est ainsi pour le Christ.
    C’est dans un unique Esprit, en effet,
que nous tous, Juifs ou païens, esclaves ou hommes libres,
nous avons été baptisés pour former un seul corps.
Tous, nous avons été désaltérés par un unique Esprit.

    – Parole du Seigneur.


Secuencia al Espíritu Santo: Seminaristas de Costa Rica – Cantado ESPAÑOL

Ven, Espíritu divino,
manda tu luz desde el cielo.
Padre amoroso del pobre;
don, en tus dones espléndido;
luz que penetra las almas;
fuente del mayor consuelo.
Ven, dulce huésped del alma,
descanso de nuestro esfuerzo,
tregua en el duro trabajo,
brisa en las horas de fuego,
gozo que enjuga las lágrimas
y reconforta en los duelos.
Entra hasta el fondo del alma,
divina luz, y enriquécenos.
Mira el vacío del hombre,
si tú le faltas por dentro;
mira el poder del pecado,
cuando no envías tu aliento.
Riega la tierra en sequia,
sana el corazón enfermo,
lava las manchas,
infunde calor de vida en el hielo,
doma el espíritu indómito,
guía al que tuerce el sendero.
Reparte tus siete dones,
según la fe de tus siervos;
por tu bondad y tu gracia,
dale al esfuerzo su mérito;
salva al que busca salvarse
y danos tu gozo eterno.


Evangelio  Gospel (Jn 21:20-25) Fr Peeter Raajev, cm ENGLISH
This is the disciple who has written these things and his testimony is true.
A reading from the conclusion of the holy Gospel according to John
Peter turned and saw the disciple following whom Jesus loved,
   the one who had also reclined upon his chest during the supper
   and had said, “Master, who is the one who will betray you?”
When Peter saw him, he said to Jesus, “Lord, what about him?”
Jesus said to him, “What if I want him to remain until I come?
What concern is it of yours?
You follow me.”
So the word spread among the brothers that that disciple would not die.
But Jesus had not told him that he would not die,
   just “What if I want him to remain until I come?
What concern is it of yours?”

It is this disciple who testifies to these things
   and has written them, and we know that his testimony is true.
There are also many other things that Jesus did,
   but if these were to be described individually,
   I do not think the whole world would contain the books
   that would be written.

The Gospel of the Lord.

Praise to you, Lord Jesus Christ.

Homilía del Superior General  en 4 idiomas.

"Cuando intentamos explicar los efectos, los frutos que el Espíritu Santo, el Espíritu de dios, el Espíritu de Jesús da en nuestras propias vidas y las vidas de nuestras comunidades, familias, Iglesia y toda la humanidad, intentamos encontrar palabras que describan bien ese movimiento. Usamos palabras como “fuego” y “consolador” para explicar por qué lo que pensábamos que no podía ocurrir se hizo posible por el regalo del Espíritu de Jesús.

En el espíritu y la fe de los apóstoles y María, reunidos en oración el día que recibieron los dones del Espíritu Santo, nos encontramos en sencillez y humildad frente a Jesús, con corazones y mentes abiertas que le piden que nos dé, a través de sus Espíritu, lo que Él sabe que necesitamos más en este momento de nuestras vidas, para revestirnos cada vez más del Espíritu de Jesús: sus pensamientos, sus sentimientos, sus palabras, sus hechos.

Durante este tiempo de pandemia de la COVID-19, necesitamos al Espíritu Santo más que nunca, ya que, como San Vicente nos dice, es el Espíritu “el que ha dado las luces esparcidas por toda la tierra, que han iluminado a los santos, ofuscado a los malvados, disipado las dudas, manifestado las verdades, descubierto los errores y mostrado los caminos por donde la Iglesia en general y cada uno de los fieles en particular pueden caminar con toda seguridad.” Roguemos a Jesús para que derrame su Espíritu sobre todos nosotros."

Silencio


INTRODUCCIÓN AL MOMENTO DE ORACIÓN AL ESPIRITU SANTO:

P. Tomaž Mavrič

En este momento  queremos disponernos, para recibir el Espíritu que procede de Dios. Queremos reavivar el deseo de vivir en Él y para Él. Queremos descubrir nuestra vocación, nuestra misión en este momento histórico y hacerla fructificar en el servicio a nuestros hermanos.

Pidamos que la Familia Vicentina que en estos tiempos de crisis, peregrina en la historia, avive en este Pentecostés la certeza de su fidelidad al amor de Dios, la alegría de confesar la Resurrección de Cristo y la presencia siempre activa y gozosa del Espíritu del Señor, fuente de consuelo, de fortaleza y de esperanza.
Ven, Espíritu Divino y llénanos con la verdad.



PRIMERA PETICIÓN: Cleber Teodósio (Ramon Aurélio), Brasil CM PORTUGUES

Pedimos ao Espírito Santo que ilumine nossas vidas, que permita dissipar todas nossas e dificuldades, para que recebendo seus dons, possamos crescer no amor a Deus e a nosso próximo.

Leitor: Para vencer nossos medos
Todos: Deus, Espírito Santo, ilumina-nos!

Leitor: Para esclarecer nossas dúvidas
Todos: Deus, Espírito Santo, ilumina-nos!

Leitor: Para deixar atrás a angústia
Todos: Deus, Espírito Santo, ilumina-nos!

Leitor: Para ser reflexo de teu amor
Todos: Deus, Espírito Santo, ilumina-nos!

Leitor: Para ser guia que leve até ti
Todos: Deus, Espírito Santo, ilumina-nos!


SEGUNDA PETICION: Marvin Robles, Costa Rica Español

Pidamos al Espíritu Santo que purifique nuestras vidas, que podamos limpiarlas de toda mancha que haya podido quedar después de esta pandemia.

Lector: Para vencer el pecado
Todos: Límpianos, Dios Espíritu Santo

Lector: Para superar la soberbia
Todos: Límpianos, Dios Espíritu Santo

Lector: Para dejar nuestro egoísmo
Todos: Límpianos, Dios Espíritu Santo

Lector: Para mirar con los ojos de Jesús
Todos: Límpianos, Dios Espíritu Santo

Lector: Para que nuestras manos acaricien y no golpeen
Todos: Límpianos, Dios Espíritu Santo

TERCERA PETICION Rrok Shporaj, CM Italia - Italiano

Pidamos al Espíritu Santo que fortalezca nuestras vidas, que podamos dar testimonio del Amor de Dios, que salgamos a vivir una vida realmente renovada en el Espíritu.

Lector: Para que preservemos de la tristeza a quienes nos rodean
Todos: Dios Espíritu Santo, que seamos testigos de tu amor

Lector: Para que llevemos esperanza a los decaídos
Todos: Dios Espíritu Santo, que seamos testigos de tu amor

Lector: Para que demos nuevos bríos a los cansados
Todos: Dios Espíritu Santo, que seamos testigos de tu amor


Lector: Para que reanimemos a los apáticos
Todos: Dios Espíritu Santo, que seamos testigos de tu amor


Lector: Para que alegremos a los aburridos
Todos: Dios Espíritu Santo, que seamos testigos de tu amor

PADRE NUESTRO: P. Tomaž Mavrič


Oración Final: P. Tomaž Mavrič


Señor, Dios Padre, Dios Hijo y Dios Espíritu Santo, te damos gracias por este momento de especial cercanía contigo. Gracias por cada uno de los miembros de la Familia Vicentina. Sé para nosotros fuerza, luz, pureza y don. Haznos valientes para ser testigos de Cristo. Para que seamos creatividad en la caridad y hagamos presente tu palabra en los lugares donde se necesite revivir la esparanza, la fe y dar una voz de aliento.

Que renovados con los dones del Espíritu Santo, avancemos por senderos de esperanza, caminemos con decisión animando el corazón de los que lloran, sanando las heridas de los que sufren, restaurando la confianza a los decaídos, avivando la fe de los que dudan. Que junto con María, Madre y modelo de obediencia y fidelidad, permanezcamos atentos a la voz y a la enseñanza del Espíritu y podamos vivir la alegría de la obediencia y el gozo de servir a todos con esperanza. Amén.

ITALIANO Dio, sorgente di ogni luce,
che oggi ha mandato sui discepoli
lo Spirito Consolatore,
vi benedica e vi colmi dei suoi doni.
R. Amen.

Il Signore risorto
vi comunichi il fuoco dello Spirito
e vi illumini con la sua sapienza.
R. Amen.

Lo Spirito Santo,
che riunito i popoli diversi nell'unica Chiesa,
vi renda perseveranti nella fede
e gioiosi nella speranza
fino alla visione beata nel cielo.
R. Amen.

E la benedizione di Dio onnipotente,
Padre e Figlio e Spirito Santo,
discenda su di voi e con voi rimanga sempre.
R. Amen.

ESPAÑOL Que Dios, Padre de las luces, que (en este día) iluminó la mente de los discípulos con la luz del Espíritu Santo, os alegre con su bendición y os llene siempre con los dones de su Espíritu.
Amén.
Que el mismo fuego divino que de manera admirable descendió sobre los Apóstoles, purifique vuestros corazones de todo pecado y os ilumine con su claridad.
Amén.
Que el mismo Espíritu que unió todas las lenguas en una sola confesión de fe, os conceda perseverar en ella y llegar, así, a ver plenamente lo que ahora esperáis.
Amén.
Y la bendición de Dios todopoderoso, Padre, Hijo + y Espíritu Santo, descienda sobre vosotros.
Amén.
 Clique aqui para acompanhar a transmissão gravada: VÍDEO DA ORAÇAO

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Com Maria, rezemos a Vocação Vicentina - II Semana



Com Maria, rezemos a Vocação Vicentina
Uma proposta para o Mês mariano – 2020 – 2ª Semana
Pe. Denilson Mathias, CM
Orientações:
  • Você poderá escolher um dia da semana para fazer essa oração sozinho ou em comunidade.
  • Ela pode ser adaptada para qualquer Ramo da Família.
  • Rezemos pelas vocações geradas em nosso tempo e por aquelas que já fizeram a sua adesão definitiva à Vida Consagrada Vicentina.
  • Este é o segundo encontro, serão quatro para o mês de maio.
  • Prepare um ambiente agradável e favorável para um momento tranquilo de oração.


“E Maria Visita Sua Prima Isabel”!
Comentarista: No nosso segundo encontro, queremos rever o sentido da Visitação de Maria. Depois de dizer sim a Deus, estando grávida, Maria se alegra com a boa notícia de que sua prima, já idosa, seria Mãe. Maria se coloca a caminho, não para uma visita de cortesia, ela sai para ajudar. Ela vai para estar junto. O “eis aqui” de Maria desemboca numa tarefa, numa missão: estar a caminho para servir. Fazer a vontade de Deus é colocar-se na estrada, é disponibilizar-se para o caminho do serviço.
Cantemos a alegria de servir, cantemos a disponibilidade amorosa que nos leva ao próximo:
Eis-me aqui Senhor, eis-me aqui Senhor, pra fazer tua vontade, pra viver do teu amor, pra fazer tua vontade, pra viver do teu amor, eis-me aqui Senhor!

Dizer sim a Deus é estar em estado de prontidão para ajudar!
Leitor 1: Maria, muito mais jovem que sua prima Isabel, sabe o que fazer. Diante da gravidez daquela que já era uma senhora, Maria reconhece a sua necessidade e vai ao seu encontro. Vai caminhando, vai para ajudar. O chamado vocacional nos ajuda a reconhecer a situação do outro, os seus limites e as suas necessidades, além de nos ensinar que o objetivo único da nossa entrega é o serviço gratuito. Este, não espera recompensas, nasce de um amor profundo, que nos identifica com Aquele que nos chamou.

Nasceu o sol, lindo arrebol,
manhã de luz, porque Jesus venceu a morte, nos deu uma nova vida, Jesus ressuscitou!
Vê o jardim como floriu, aquela flor desabrochou e nos olhares brotou a esperança, Jesus ressuscitou!
Aleluia! Aleluia!
Aleluia! Aleluia!
Nós temos vida nova no amor. (Bis)

Leitor 2: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas (Lc 1, 39-45):
Naqueles dias, Maria pôs-se a caminho para a região montanhosa, dirigindo-se apressadamente a uma cidade de Judá. Entrou na casa de Zacarias e saudou Isabel. Ora, quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança lhe estremeceu no ventre e Isabel ficou repleta do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: "Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto de teu ventre! Donde me vem que a mãe do meu Senhor me visite? Pois quando a tua saudação chegou aos meus ouvidos, a criança estremeceu de alegria em meu ventre. Feliz aquela que creu, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!"– Palavra da Salvação!

Meditando no coração:
(Momento silencioso para refletir)
  1. É fácil falar de amor e de caridade, mas é difícil vivê-los, porque amar significa servir, e servir exige renunciar a si mesmo. A nossa vocação pode ser relida na linha do serviço ou tendemos mais a respondê-la na linha da comodidade?
  2. No ato da sua entrega total a Deus, Maria muda os planos e os projetos que tinha para a vida, esquece-se completamente de seus próprios assuntos. Temos caminhado na direção do abrir mão dos meus projetos, dos meus assuntos, para entregar-se aos projetos e aos assuntos de Deus?
  3. Maria não se imagina superior em nenhum momento, não busca pretextos por não poder se arriscar numa viagem tão longa pelo fato de estar grávida. Quais são os pretextos que utilizamos ao não desejarmos assumir esta ou aquela missão? Tem sido mais fácil dizer sim ou não àquilo que nos é proposto?
  4. Maria nunca atua sozinha, mas sempre numa união perfeita entre Mãe e Filho. Onde está Maria, ali está também Jesus. No encontro entre Maria e Isabel, essa união entre Mãe e Filho se manifesta. No nosso contato com os pobres, com os necessitados, temos manifestado a eles a presença do Cristo que habita em nós ou somente levamos a eles a nossa presença assistencial?

Cantemos ao Senhor
Vem Maria, vem, vem nos ajudar neste caminhar
Tão difícil, rumo ao Pai. (BIS)
Vem, querida Mãe, nos ensinar
A ser testemunhas do amor
Que fez do teu Corpo sua morada
Que se abriu pra receber o Salvador.
Nós queremos, ó Mãe, responder
Ao amor do Cristo Salvador Cheios de ternura
colocamos confiantes em tuas mãos esta oração.

Comentarista: Tendo meditado, no silêncio dos nossos corações, quais são as experiências que podemos compartilhar? O que nos disse o Senhor? É hora de falar daquilo que o coração está cheio.

Iluminados por São Vicente
Comentarista: Vamos ler algumas frases de São Vicente, de depois de cada uma delas cantaremos o seguinte refrão alternando os dizeres:
Quero amar Jesus, como tu, Maria, como tu, um dia, como tu, Maria (seguir, servir, levar, viver).

  1. “Acolhia em seu coração as palavras de seu Filho; enchia-se delas e as meditava logo, de forma que não perdia nada de tudo quanto Ele dizia… Sim, a Santíssima Virgem… Não deixava de acolher com esmero as sagradas palavras de seu Filho; o quê devemos fazer para tentar conservar em nossos corações a unção destas santas palavras”? (IX, 370).
  2. Maria é discreta: “...é manter-se retirada (o), como fazia a santíssima Virgem, sem fazer nenhuma visita inútil e falando pouco” (IX, 315).
  3. Maria é perseverante: “Perseverou em meio a todas as dificuldades que se apresentaram durante a vida e até a morte de Nosso Senhor” (X, 937).
  4. Sobre a visita aos pobres: “Há que fazê-la pensando somente em Deus e como a fez a Santíssima Virgem, quando foi visitar a Santa Isabel, isto é, com toda mansidão, com amor, com caridade” (IX, 246).

Consagrados em saída, um convite para levar Jesus!
Comentarista: Maria é a terra de encontro com Cristo e ela nos conduz até Ele, nos guia, nos cuida e nos acompanha em nosso caminhar rumo a Ele. Maria não apenas nos conduz para Cristo, mas traz, primeiramente, Jesus ao mundo e aos homens. É sua grande tarefa de Mãe de Deus. E em sua visita, a casa de Isabel realiza, por primeira vez, esta sua grande missão: leva a ela seu Filho. Rezemos juntos:
“Deus eterno e todo poderoso, em vosso imenso amor inspirastes Maria a visitar sua prima Isabel, quando trazia em si o Vosso Filho, concedei-nos por sua intercessão que, respondendo fielmente aos apelos de Vosso Espírito, procuremos amar eficazmente o próximo. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na Unidade do Espírito Santo. Amém. Nossa Senhora da Visitação, Rogai por nós”! 
Canto: “Maria de Nazaré”
Maria de Nazaré, Maria me cativou
Fez mais forte a minha fé
E por filho me adotou
Às vezes eu paro e fico a pensar
E sem perceber, me vejo a rezar
E meu coração se põe a cantar
Pra Virgem de Nazaré
Menina que Deus amou e escolheu
Pra mãe de Jesus, o Filho de Deus
Maria que o povo inteiro elegeu
Senhora e Mãe do Céu
Ave Maria, Ave Maria, Ave Maria, Mãe de Jesus!
Maria que eu quero bem, Maria do puro amor
Igual a você, ninguém
Mãe pura do meu Senhor
Em cada mulher que a terra criou
Um traço de Deus Maria deixou
Um sonho de Mãe Maria plantou
Pro mundo encontrar a paz
Maria que fez o Cristo falar
Maria que fez Jesus caminhar
Maria que só viveu pra seu Deus
Maria do povo meu

Comentarista: Finalizemos a nossa oração rezando juntos a oração pelas vocações vicentinas:
Esperança de Israel.
Esperança de Israel, seu Salvador no tempo da
tribulação, do alto do céu, dignai-vos lançar sobre nós um olhar propício. Vede e visitai esta vinha; inundai de águas fecundas todos os seus sulcos; multiplicai seus rebentos e tornai-a perfeita. Foi a vossa mão direita que a plantou.

A seara é verdadeiramente abundante, mas os operários são poucos. Nós vos pedimos, pois, a vós que sois o Dono da seara, que envieis operários para a vossa messe.

Multiplicai a família e enchei-a de alegria, a fim de que sejam edificadas as muralhas de Jerusalém.

É vossa esta casa, ó meu Deus! É vossa esta casa! Nela não haja, eu vos suplico, nenhuma pedra que não tenha sido colocada pela vossa santa mão.
E aqueles a quem vós chamastes conservai-os em vosso nome e santificai-os na verdade.

Amém!