sexta-feira, 17 de março de 2017

Oração da Virgem Banhada em Prantos


Minha Mãe Maria Santíssima,
Cobri-me com vosso manto.
Com os poderes de Jesus do céu,
Cobri-me com vosso véu.

Assim como Jesus,
Se encheu de grande poder.
Ajudai-me meu Jesus,
Todos tormentos eu vencer.

Se o demônio se aluir,
Para me perseguir.
Eu já tenho a esperança
De para o céu subir.

Se minha alma esmorecer,
Em vão tão grande tormento.
Desça os anjos lá do céu
E me dê um grande alento.

Se meu espírito esmorecer,
Para a minha oração.
Meu coração me adiante,
Para uma boa confissão.

Oh minha Mãe, eu vos entrego
Esta oração tão forte.
Recebendo a minha graça
Na hora da minha morte.

Minha alma quando expirar
Já vai cheia de alegria,
Avistando lá no céu,
O Deus e a virgem Maria.

Oh minha Mãe, eu vos louvo
E ao Deus que nos criou,
Aos dozes santos Apóstolos,
Que a vós a acompanhou.

Meu Senhor Jesus Cristo
Senhor do meu coração
Salvai as nossas almas
Ouvi-me em confissão.

Pela Hóstia Consagrada,
Pelo Mistério da Cruz,
Salvai a nossas almas,

Meu amoroso Jesus.

quarta-feira, 1 de março de 2017

13 Orações Marianas e Próprias da Espiritualidade Vicentina


1ª – Consagração à Mãe de Misericórdia
(Composta por São Vicente de Paulo para as Filhas da Caridade, a pedido de Santa Luísa de Marillac (IX,623))

Porque a Companhia da Caridade foi fundada sob o estandarte de vossa proteção, se tantas vezes vos chamamos nossa Mãe, agora vos suplicamos que aceiteis a oferta que vos fazemos desta Companhia em geral e de cada uma em particular.

E, já que permitis que vos chamemos de nossa Mãe – e éreis realmente a Mãe de misericórdia, de cujo canal procede toda a misericórdia – e obtivestes de Deus a função desta Companhia, aceitai toma-la sob vossa proteção.


2ª – Oblação à Virgem
(Santa Luísa de Marillac, 1626 – A.4)

Sou vossa, Santíssima Virgem, para ser mais perfeitamente de Deus.
Se, pois, vos pertenço, ensinai-me a imitar vossa santa vida, mediante o cumprimento do que Deus pede de mim.

Com toda humildade, peço a vossa assistência, a vós que conheceis a minha fraqueza, vede meu coração e dignai-vos realizar, com vossas preces, o que eu deixar de fazer por minha incapacidade e negligência e visto que foi de vosso querido Filho, meu Redentor, que recebeste as heroicas virtudes que praticastes na terra, uni o espírito de minhas ações à sua santa presença, para a glória de seu santo Amor.

Toda criatura honre vossas grandezas, voz veja como meio seguro de ir a Deus, vos ame de preferência a qualquer outra simples criatura e cada uma vos renda a glória que vos mereceis como filha bem amada do Pai, mãe do Filho e digna esposa do Espírito Santo.   


3ª – Santíssima Virgem
(Da Tradição Vicentina)

Santíssima Virgem, eu creio e confesso a vossa santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha. Ó puríssima Virgem, por vossa pureza virginal, Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso Filho, a humildade, a caridade, a grande pureza de coração, de corpo e de espírito, a perseverança na minha santa vocação, o dom da oração, uma santa vida e uma boa morte. Amém.


4ª – Súplica a Nossa Senhora
(Da Novena de Nossa Senhora das Graças)

Nossa Senhora das Graças, ouvi a prece que hoje vos fazemos. Auxilia-nos, socorrei-nos em todas as nossas aflições e necessidades e concedei-nos, hoje, a graça que vos pedimos (...).

Escolhida pelo vosso Divino Filho para ser a nossa intercessora e protetora. Nós vos pedimos, ó Māe das Graças, que olhais para todos os vossos filhos e filhas em suas alegrias e tristezas, em suas angustias e esperanças.

Olhai em especial para os vossos filhos e filhas carentes de pão, de solidariedade e de conforto. Olhai por nossas famílias, pelos jovens, pelas crianças, pelos doentes.

Que todos vivam unidos numa só fé, na mesma esperança, aprendendo a viver o Evangelho de Jesus Cristo, no testemunho humilde de amor fraterno, cada dia de nossas vidas. Amém.


5ª – Mãe da Caridade e da Missão
(Irmã Lucie Rogé, FC)

Ó Maria, tu que, forte na fé, soubeste entender e discernir os apelos do Espírito, na hora de nossas dúvidas e hesitações, roga por nós, Nossa Senhora do Bom Conselho.

Ó Maria, para que sejamos fiéis e inventivos, atentos as necessidades dos pobres, prudentes e audaciosos em nossas respostas, roga por nós, Nossa Senhora da Missão.

Ó Maria, para que, movidos pela caridade, sirvamos na humildade e na simplicidade, roga por nós, Nossa Senhora Serva do Senhor.

Ó Maria, para que nossa vida de comunidade seja firme na fé e no amor, profunda na oração, fraterna caridade, dinâmica para a missão, roga por nós, Nossa Senhora de todas as graças.


 6ª – Oração à Virgem da Medalha Milagrosa
(São João Paulo II, em visita à Capela da Medalha Milagrosa. Paris, 1980)

Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós. Eis a oração que inspiraste, ó Maria, a Santa Catarina Labouré, neste mesmo lugar, há 150 anos.

Essa invocação, de então gravada na Medalha, é agora usada e pronunciada por tantos fiéis no mundo inteiro!

És bendita entre todas as mulheres! Foste associada intimamente à obra de nossa Redenção, associada à Cruz de nosso Salvador; teu coração foi transpassado, ao lado do coração do teu Filho.

E agora, na glória de Cristo, não cessas de interceder por nós, pobres pecadores.

Proteges a Igreja da qual és Mãe. Velas sobre cada um de seus filhos. Obténs de deus, para nós, todas estas graças simbolizadas pelos raios de luz que irradiam de tuas mãos abertas, à única condição de que ousemos pedi-las a Ti, que nos aproximemos de ti com confiança, com audácia, com a simplicidade de uma criança.

É assim que sem cessar, nos conduzes a Teu Divino Filho.


7ª – Nossa Senhora dos Cuidados Humanos
(Dom Helder Câmara)

Mãe, me alegro tanto ver o globo em tuas mãos! Mas é globo muito pequeno e temo que dentro dele nossas grandes angústias sofram muita redução.

Olho de novo e descubro: o globo pequeno tem justamente a virtude de reduzir ao tamanho exato os dramas que nos parecem imensos e, no entanto, cabem e sobram na concha de tuas mãos.


8ª – Oração à Imaculada Conceição
(Pe. Getúlio Mota Grossi, CM)

Humildade Virgem de Nazaré, Nossa Senhora das Graças, escolhida para ser a Imaculada Mãe de Deus, aqui estamos reunidos, nós, o Povo de Deus, a quem gerastes também no vosso puríssimo seio, quando gerastes vosso Filho Jesus.

Estamos reunidos para louvar as grandezas, as maravilhas que Deus fez em vós.

Imaculada Mãe do céu, cujo nome aprendemos a balbuciar nos joelhos de nossa mãe terra, a quem aprendemos a amar desde criança, a quem aprendemos a rezar e a invocar desde os mais ternos anos de nossa vida, ajudai-nos agora a chegar a vosso Filho Jesus, nesta peregrinação da vida, rezando a vós nesse dia.   

Ensinai-nos, vós que sois Mãe de Deus, o segredo de gerar Cristo em nosso coração, com aquela simplicidade que vos marcou como humilde filha do vosso povo.

Dai que aprendamos a caminhada do Reino de Jesus, vós que andaste pelos caminhos da Galileia, à procura do vosso Filho e dos vossos irmãos.

Dai que aprendamos de vós que ser cristãos é procurar a Cristo e o irmão, na felicidade de cada dia, na dor, na alegria, no compromisso radical de construir a justiça e a fraternidade que nascem do amor, sempre solidários com os pequenos, com quem vos identificastes, vos misturastes, com quem vos igualastes, apesar da grandeza de vossa missão.

Fazei que vos honremos com os lábios, com o coração e com a vida.

E levai-nos todos ao vosso filho, Jesus Cristo, vosso e nosso Deus. Amém.


9ª – Consagração a Nossa Senhora da Medalha Milagrosa
(Da Novena de Nossa Senhora das Graças)

Ó Virgem Mãe de Deus, Maria Imaculada, nós Vos oferecemos e consagramos sob o título de Nossa Senhora da Medalha Milagrosa, o nosso corpo, o nosso coração, a nossa alma, a nossa humilde e generosa luta pela vida de todos e pela paz e todos os nossos bens espirituais e temporais.

Fazei que esta Medalha seja para cada um de nós um sinal certo do vosso amor materno e uma lembrança de nossos deveres para com vosso Filho.

Conservai-nos nessa graça e dai-nos sempre a vossa proteção. Assim seja.

Ó Maria, concebida sem pecado. Rogai por nós que recorremos a Vós!


11ª - Consagração a Jesus com Mariana
(Aprovada pelo Conselho Internacional da JMV em 12 jan. 2003)

Senhor Jesus, a exemplo de Maria, quero DESCOBRIR-TE! Com Ela, Mãe da Igreja, quero ser presença jovem no seio de uma comunidade serva, comprometendo-me com generosidade na evangelização.

Senhor Jesus, a exemplo de Maria, quero SEGUIR-TE! Com ela, filha predileta de Deus Pai, quero ser como Tu, evangelizador dos pobres, em fidelidade à consagração baptismal, sendo construtor de Vida, Amor e Paz!

Senhor Jesus, como Maria, quero AMAR-TE! Com ela, a Virgem orante, cheia do Espírito Santo, quero fazer da minha vida um caminho de Oração e Serviço, na simplicidade e humildade, assumindo a espiritualidade do Magnificat.

Senhor Jesus, como Maria, quero ENTREGAR-ME! Com ela, a primeira discípula, quero abrir o meu coração e a minha mente à missão, para que os dons que Tu me ofereceste cheguem aos jovens de todo o mundo, sendo as tuas mãos, Senhor, para os outros.

Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós

11ª – Oração do Jovem Mariano Vicentino

Senhor, ensinai-nos a ser como Maria vossa mãe, ajudai-nos a vermos nela o verdadeiro exemplo de disponibilidade ao próximo, para assim podermos verdadeiramente amá-los. Que saibamos com dignidade SER, AMAR e CONSTRUIR a fim de melhor seguirmos os mandamentos do Pai e sermos o seu exemplo fiel.

Derrama sobre nós Jovens Mariais, o vosso Espírito Santo nos tornando humildes e firmes na fé. Dei-nos coragem e sabedoria, pois assim conseguiremos modificar o mundo em que vivemos, transformando-o num reino de AMOR e de PAZ.

Concedei-nos, também, Senhor Jesus, que no VIVER, CONTEMPLAR e SERVIR organizemos um exército forte, capaz de romper as barreiras da injustiça, do egoísmo e do pecado que nos afasta de vós e nos torna menos irmãos. Enfim dai-nos a prudência e a compreensão de São Vicente de Paulo assegurando-nos uma vida agradável e feliz, onde caminharemos firmes e sem tropeço.

Assim espero, assim seja, AMÉM.



12ª – Magnificat
(Lc 1,46-55)

A minha alma engrandece ao Senhor
e exulta meu espírito em Deus, meu Salvador;
porque ele olhou para a humildade de sua serva,
doravante as gerações hão de chamar-me de bendita.

O Poderoso fez por mim maravilhas
e Santo é o seu nome!
Seu amor, para sempre se estende,
Sobre aqueles que o temem;

manifestou o poder de seu braço,
dispersou os soberbos;
derrubou os poderosos de seus tronos
e elevou os humildes;

saciou de bens os famintos,
despediu os ricos sem nada.
Acolheu Israel, seu servidor,
fiel ao seu amor,

como havia prometido aos nossos pais,
em favor de Abraão e de seus filhos, para sempre.

Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

13ª – Angelus

V. O Anjo do Senhor anunciou a Maria.
R. E Ela concebeu do Espírito Santo.
Ave Maria…

V. Eis a escrava do Senhor.
R. Faça-se em mim segundo a Vossa Palavra.
Ave Maria…

V. E o Verbo divino encarnou.
R. E habitou no meio de nós.
Ave Maria…

V. Rogai por nós Santa Mãe de Deus.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos.
Infundi, Senhor, como Vos pedimos, a Vossa graça nas nossas almas, para que nós, que pela Anunciação do Anjo conhecemos a Encarnação de Cristo, Vosso Filho, pela sua Paixão e Morte na Cruz, sejamos conduzidos à glória da ressurreição. Por Nosso Senhor Jesus Cristo Vosso Filho que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.

(Observação: No tempo da Páscoa substitui-se a oração acima pela seguinte):

Regina Coeli

V. Rainha do Céu, alegrai-vos, Aleluia!
R. Porque Aquele que merecestes trazer em Vosso ventre, Aleluia!

V. Ressuscitou como disse, Aleluia!
R. Rogai por nós a Deus, Aleluia!

V. Alegrai-vos e exultai, ó Virgem Maria, Aleluia!
R. Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente, Aleluia!

Oremos.

Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a Ressurreição do vosso Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, concedei-nos, Vos suplicamos, a graça de alcançarmos pela proteção da Virgem Maria, Sua Mãe, a glória da vida eterna. Pelo mesmo Cristo Nosso Senhor. Amém.

ANEXO



Oração pelos 400 anos do Carisma Vicentino

Senhor, Pai Misericordioso,
que suscitastes em São Vicente de Paulo
uma grande inquietude
para a evangelização dos Pobres,
infunde teu Espírito
nos corações de seus seguidores.

Que, ao escutar hoje
o clamor de teus filhos abandonados,
estejamos prontos para ajudá-los
“Como quem se apressa para apagar o fogo”.

Aqueça em nós a chama do carisma
que há 400 anos
anima nossa vida Missionária.

Te pedimos por teu Filho,
“o Evangelizador dos Pobres”,

Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

10 mandamentos para a Paz na Família


  1. Tenha fé e viva a Palavra de Deus amando o próximo como a si mesmo.
  2. Ame-se, confie em si mesmo, na sua família e ajude a criar um ambiente de amor e paz ao seu redor.
  3. Reserve momentos para brincar e divertir-se com a sua família, pois a criança aprende brincando e a diversão aproxima as pessoas.
  4. Eduque o seu filho através da conversa, do carinho e do apoio e tome cuidado: quem bate para ensinar ensina a bater.
  5. Participe com a sua família na vida da comunidade, evitando as más companhias e diversões que incentivam a violência.
  6. Procure resolver os problemas com calma e aprenda com as situações difíceis, buscando em tudo o seu lado positivo.
  7. Partilhe os seus sentimentos com sinceridade, dizendo o que pensa e ouvindo o que os outros têm para dizer.
  8. Respeite as pessoas que pensam de modo diferente, pois as diferenças são uma verdadeira riqueza para cada um e para o grupo.
  9. Dê bons exemplos, pois a melhor palavra é o nosso modo de ser.
  10. Peça desculpas quando ofender alguém e perdoe de coração quando se sentir ofendido, pois o perdão é o maior gesto de amor que podemos demonstrar.
Fonte: Folder da Pastoral da Criança 

Perguntas para Gincanas Bíblico-Vicentinas


PERGUNTAS PARA GINCANA BÍBLICO VICENTINA

1.Encontre na bíblia um versículo onde aparece o nome de Maria 
Mt 1,18

2.Encontre na bíblia um versículo onde aparece o nome de Noé
Gn 8,15 

3.Encontre na bíblia um versículo onde aparece o nome de Maria 
Mt 1,18

4.Em que ano se ordenou São Vicente de Paulo?
1600

5.Qual a data de nascimento de São Vicente de Paulo?
24 de abril de 1581

6.No ano de 1612 São Vicente de Paulo se tornou pároco/vigário em qual paroquia/cidade?
Clichy

7.Qual foi a família que mais ajudou financeiramente São Vicente de Paulo?
Os Gondi

8.Que marca a origem da Congregação da Missão? 
Confissão de um camponês e logo o Sermão de Folleville em 1617

9.Quais são as três fundações de São Vicente de Paulo?
Confraria das Caridades (AIC), 1617
Congregação da Missão (CM), 1625
Filhas da Caridade (FC), 1633

10.De que importante conselho São Vicente de Paulo fez parte em Paris? 
Conselho de Consciência 

11.Que mulher, hoje Santa, ajudou São Vicente de Paulo fundar as Filhas da Caridade?
Santa Luiza de Marillac 

12.Qual foi primeiro país africano, ao qual São Vicente de Paulo enviou missionários?
Argélia, 1646 (Madagascar, 1648)


ADIVINHE NOMES DE PERSONAGENS BÍBLICOS A PARTIR DE PISTAS. CASO ACERTE NA PISTA A, VALERÁ 30 PONTO, SE B, 20 E C, 10.

1.Judas
a) Começa com J,
b) Discípulo de Jesus,
c) Comete suicídio.

2.Pedro
a) Andou sobre as águas,
b) Tinha um irmão chamado André, 
c) Jesus curou a sua sogra.

3.Verônica 
a) É uma mulher, 
b) Seguia Jesus Cristo,
c) Enxugou o rosto de Jesus.

4.Madalena  
a) Seu nome começa com M,
b) Estava aos pés da Cruz,
c) Papa Francisco instituiu sua festa.

5.Cain
a) Personagem do livro de Gênesis,
b) Filho de Adão e Eva,
c) Matou o próprio irmão.

6.João Batista 
a) Parente de Maria, 
b) Seu pai ficou mudo,
c) Batizou Jesus.

7.Lázaro
a) É ressuscitado dos mortos, 
b) Irmão de Maria,
c) Morava em Betânia. 

Questões para trabalhar a parábola do Bom Samaritano com crianças

O BOM SAMARITANO | Lucas 10:30-35
1.Quem são os quatro principais personagens da parábola? 
Sacerdote, Levita, Samaritano e Moribundo

2.Qual o maior mandamento da Lei de Deus? 
Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

3.Que sentimento brotou no coração do samaritano para que ele agisse dessa forma?
Compaixão (Misericórdia) 

4.Como se comportaram os transeuntes diante do Moribundo?
Samaritano – Olhou e seguiu 
Levita – Olhou e seguiu 
Samaritano – viu, teve compaixão e ajudou-o

5.Onde o Samaritano levou o Moribundo?
Hospedaria, pensão, albergue

6.Quem foi o próximo na parábola?
O Samaritano 

7.Quem fez a seguintes pergunta para Jesus: “Quem é o próximo?”
O Doutor da Lei.

8.Quem é o evangelista que narra essa parábola?
Lucas 

9.Quantas moedas o Samaritano deu ao Hospedeiro para que cuidasse do Moribundo?
Duas

10.Qual as duas cidades aparecem no texto?
Jerusalém e Jericó 

11.Qual a última orientação que Jesus dá ao Doutor da Lei?
Vá e faça a mesma coisa.

RELAXAMENTO DIRECIONADO 

Meditação: (com música de relaxamento) 

1. Imagine que você está caminhando por um lugar distante...
2. Você traz sua mochila, seus pertences: agenda, canetas, roupas, perfumes, aparelhos eletrônicos (celular, tablete ou notbook...)
3. O dia está tranquilo, sol aberto, céu azul e nuvens brancas...
4. A natureza respira paz, os pássaros cantam. Há flores, há sombra, há montanha ao longe... você segue seu caminho, vai só, porem seguro(a) que chegará bem ao seu destino...
5. Respire fundo e inspire... sinta a harmonia da natureza, da criação de deus a seu redor...     
6. De um salto você escuta um ruído estranho e surge atrás de você um terrível monstro, que lhe ataca, imobilizando-lhe, tomando a sua mochila, sapato, jaqueta, etc...  fugindo e deixando-lhe ferido, jogado ao chão, sem forças para seguir a sua jornada. 
7. Você está no meio do nada, sem companhia, jogado, sem poder se levantar. Daí você, no silêncio de seu coração, clama pela misericórdia de Deus sobre você, e ao lembrar do Nome Santo sente a presença dos anjos celestes que se aproximam de você....
8. Porém um dos anjos, o mais amável, sábio, misericordioso deles baixar-se e lhe colhe pela mão, vice olha ao seu rosto cândido, lindo e luminoso e reconhece que aquele anjo é Jesus. 
9. Outra vez a segurança invade seu coração porque experimenta recostar a cabeça no santo colo de Jesus. Que lhe tomando em seus braços e aquele local se transforma num ambiente tranquilo, seguro e de paz.   
10. Ele acaricia seu rosto e diz que lhe ama muito e que seu coração se contorcia de compaixão nessa e noutras vezes que você foi assaltado pelo pecado. Jesus diz: “Filho(a)”, fique calmo, pois eu estou contigo. 
11. Nesse momento ele coloca sua mão sobre a sua ferida ou que no decorrer da sua vida mais tem lhe causado dor, ele cura suas mazelas e o restitui a sua vida.
12. Nesse momento ele se levanta devagar e pede que você também faça o mesmo... (todos se levantam de olhos fechados ainda).
13. Em seguida ele lhe dá um abraço e você agradecido o retribui (cada um abraça a si mesmo ainda de olhos fechados) e nesse abraço apertado e demorado ele lhe diz baixinho: “Meu filho(a)”, meu amor por você é imenso, eu te amo de todo coração e meu amor não é só de palavras, mas também de obras. Agora vá e faça a mesma coisa, com teu irmão que necessita (todos abrem os olhos e abraçam o irmão que está do lado ao som do refrão: “Deus me ama sou capaz de amar” - Imagem e Semelhança de Vida Reluz. 

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Filme sobre São Vicente de Paulo



Domingo, acontecerá a 89ª edição do Oscar, evento que premia os melhores filmes, atores e diretores do ano anterior, entre outras categorias.

Na edição de 1949, um filme biográfico de São Vicente de Paulo foi escolhido como melhor filme estrangeiro.

É isso mesmo, Jovens Marianos.

O filme intitulado de "O Capelão das Galeras" (Monsieur Vincent - título original), mostra o Padre Vicente de Paulo já na França, no início de seus trabalhos humanitários de caridade com os pobres, no século XVII.

Um dos pontos fortes do filme é a atuação impecável de Pierre Fresnay, que interpreta São Vicente de Paulo. O ator incorporou o Santo patrono da caridade de uma forma tão verdadeira que o seu papel lhe rendeu o prêmio de melhor ator do Festival de Veneza.

A obra com duração de 100 minutos (aproximadamente) que estreou no ano de 1947, também foi premiada no Globo de Ouro e está na lista do Vaticano de melhores filmes para se assistir.

Então, se você quer se aquecer para o Oscar assistindo um filme premiado, O Capelão das Galeras é uma ótima pedida.

A obra cinematográfica legendada está disponível na integra no Youtube, pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=kFFZuSBQ8os

Bom fim de semana para todos!

#JMVBrasil #EuSouJMVBrasil

sábado, 18 de fevereiro de 2017

São Régis Clet - Um movimento de itinerância


O movimento de itinerância nos faz lembrar São Francisco Régis Clet cuja festa celebramos nesta semana no dia 18 de fevereiro. Diante dos estragos da Revolução Francesa, pediu para partir para as missões estrangeiras. É enviado como missionário para a China, Chegou a Macau no dia 15 de outubro de 1791. Missionário na China durante trinta anos. Morreu estrangulado. Foi beatificado no dia 27 de maio de 1900 e canonizado por João Paulo II em 2001. 

São João, no Quarto Evangelho, relata a verdadeira Missão de Jesus Cristo e que é fundamental para o entendimento de nossa Missão. Diz Jesus: “Saí do Pai e vim ao mundo; de novo deixo o mundo e vou para o Pai” (Jo 16,28.). O verbo no infinitivo “sair” implica movimento, itinerância. Jesus “sai” do Pai e, depois “volta” ao Pai”. Este “sair” também é a atitude proposta por Jesus aos seus discípulos. No final do Evangelho de Mateus, Jesus disse: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19). 

Este envio quer evidenciar a continuidade entre a Missão de Jesus e a Missão dos discípulos. Em torno desse anúncio aparece um evidente compromisso: “Ide...” – “vão andando...”. Com esse mandato Jesus indica aos seus discípulos condição de itinerância. Esta condição de itinerância é a fonte de toda Missão. Como Jesus realiza um ministério itinerante, convida seus seguidores a fazer a mesma coisa. “Ide por todo mundo e anunciai a Boa Notícia a toda criatura” (Mc 16, 15). 

Tal qual foi Jesus deve ser os que O seguem. Vicente de Paulo tinha muito clara essa visão deixada por Jesus Cristo. Propunha aos seus missionários dizendo: “Nossa vocação, portanto, é ir não a uma paróquia, nem tampouco a uma só diocese, mas por toda a terra. Para fazer o quê? Abrasar os corações das pessoas, fazer o que o Filho de Deus fez. Ele que veio atear fogo ao mundo, para inflamá-lo com seu amor. Que podemos desejar, senão que ele abrase e consuma tudo? Meus caros irmãos, por favor, reflitamos sobre isto. 

Por conseguinte, é certo que sou enviado não apenas para amar a Deus, mas para torná-lo amado. Não basta que eu ame a Deus, se meu próximo não o ama. Devo amar meu próximo como a imagem de Deus e objeto de seu amor e fazê-lo de tal maneira que, por sua vez, todos os homens e mulheres amem a seu Criador, que os conheça e os reconheça como irmãos, pois os salvou para que, com Caridade mútua, eles se amem uns aos outros, por amor de Deus, que tanto os amou a ponto de por eles entregar seu próprio Filho à morte” (Coste, XII, 260-263). 

Isto pode ter um significado importante para nossa Missão Vicentina. Em primeiro lugar, significa sair de nosso próprio mundo para entrar no mundo dos Pobres e nele, defender as causas dos Pobres. Ir para a “periferia do mundo”, lá onde se encontra os Pobres e marginalizados. Em segundo lugar, ter uma espiritualidade do despojamento que é conhecida como sendo uma espiritualidade “kenótica”. 

Um despojamento à semelhança do Cristo que despojou de suas seguranças para identificar-se com aqueles a quem foi enviado. “Este despojamento é necessário para captar os caminhos do Espírito já presente nos espaços da Missão. É ele que precede o missionário e lhe indica os caminhos. O Missionário é, assim, o primeiro a ser evangelizado no seio daquele povo” (Clapvi, Ano XXXV, Pág. 72).

Mizael Donizetti Poggioli - CM

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Carta do Assessor Nacional da JMV, Set. 2016

Belo Horizonte, 23 de setembro de 2016 

Amados irmãos e irmãs da Juventude Mariana Vicentina do Brasil: que a graça e a paz de Nosso Senhor Jesus Cristo sejam abundantes em seus corações! 

É mês de setembro, um mês que nos convida à reflexão. Primeiro, porque nele celebramos com mais intensidade a Palavra de Deus. No mês da Palavra, quero convidá-lo e convidá-la a fazer a experiência de entrar com profundidade num processo de diálogo com o Senhor; através de sua Palavra que é vida. Deus quer conversar conosco, Ele quer estabelecer um diálogo amoroso com cada um de nós. Através de sua Palavra o desejo de Deus é que o conheçamos, que entremos em estado de profunda intimidade com Ele. Ao conhecê-lo bem descobriremos sua vontade e o projeto que tem para cada um de nós, individualmente e como grupos de Juventude Mariana Vicentina. Busquemos conhecer o Senhor através de sua Palavra. Permitamos que através dela possamos imprimir em nossa vida a consciência de Jesus, a mentalidade de Jesus e o seu caráter. Quanto mais nos parecermos a Jesus, mais capazes seremos de transformar as realidades de pobreza em realidades do Reino. Deixemo-nos moldar por sua Palavra. 

Em segundo lugar, setembro é um mês importante para nós, porque nele celebramos o grande santo da caridade, São Vicente de Paulo. No dia 27 de setembro a Família Vicentina de todo o mundo estará em festa e nós, como parte desta família, não poderemos ser indiferentes; com certeza, nossos corações se vestirão de alegria, pois será festa para nós. Ao pensar em Vicente de Paulo, este santo tão importante para nossa JMV, deveremos tomá-lo como modelo para o nosso estilo de vida e de trabalho. Cito aqui três motivações para que nos espelhemos nele: 

1. São Vicente foi um homem de fé. Ainda que saibamos que num primeiro momento São Vicente chegou a pautar sua vida em interesses pessoais e entrar para o clero com o interesse de obter sucesso e riqueza para si e para ajudar a sua família, não podemos dizer que não era um homem de fé. Foi um homem de fé, criado no seio de uma família honesta, religiosa, trabalhadora e rural. Por isto, podemos dizer que cresceu em um ambiente que lhe possibilitou cultivar a fé em Deus e a devoção à Virgem Maria. Não nos cabe julgar seus interesses; era um homem filho de seu tempo e dos sofrimentos de seu tempo. Não era um miserável, tinham uma casa e alguns alqueires de terra que cultivavam com suas mãos. A piedade, a candura e a inocência dos costumes supriam, ante Deus, o que faltava de riqueza frente aos homens. Um trabalho assíduo unido a uma vida muito frugal tomava o lugar de um patrimônio mais abundante e os colocava na posição de não serem um peso para ninguém, ao contrário, estavam na posição de poder ajudar aos que eram mais pobres que eles mesmos (Cf. COLLET, Pedro; Vida de San Vicente de Paúl Fundador de la Congregación de la Misión y de las Hijas de la Caridad; Traducido por P. Máximo Agustín, Barakaldo, 2008. [P. 13].).  Vivia modestamente com sua família, sem ter do que se presumir, além da força para trabalhar.

Podemos aprender algo de São Vicente que tão cedo começou a trabalhar pastoreando e ajudando a sua família camponesa. É necessário trabalhar, é necessário darmos de nós mesmos; cultivando o hábito sadio do trabalho, que também é espiritualidade e que também nos fala de Deus. Louis Abelly dizia que “parece que Deus quis por e fundar sobre esta humilde e pobre origem (a de Vicente de Paulo) o alicerce do edifício das virtudes, que mais adiante ergueu na alma de seu fiel servidor” (Cf. MESSIRE, Louis Abelly; Abelly: Vida de San Vicente de Paúl; Traducción de Martín Abaitua, CM, Editorial CEME, Salamanca, 1994. [P. 20].). O jovem desocupado abre espaços para as coisas supérfluas, para os maus pensamentos, para as crises de angustias e depressões, tão presentes em nossos tempos. O jovem que não trabalha não colabora para que em si se construam as virtudes que configurem sua vida de acordo com o Evangelho. Além do nosso trabalho em casa ou no serviço formal, é necessário doarmos tempo para o trabalho com as coisas de Deus. É necessário doar tempo para o trabalho com os Pobres. 

2. São Vicente foi um homem aberto a ação do Espírito. São Vicente de Paulo foi um homem de total abertura à ação do Espírito de Deus. Chegar onde chegou e tornar-se quem se tornou só foi possível porque deixou que Deus trabalhasse em sua vida. E Deus o fez; trabalhou a partir de sua humanidade sofrida, de suas inquietudes, de seus desejos humanos e de sua história concreta; enfim, Deus fez de Vicente o grande homem que se tornou porque obteve dele a abertura necessária para agir. Vicente de Paulo soube esvaziar-se de si mesmo para dar espaço à entrada de Deus em sua história e em sua vida; podendo, deste modo, concretizar em seu tempo aquilo que era vontade de Deus, para além da sua própria vontade. 

Somos convidados a abrir nossas vidas à ação do Espírito de Deus, que é capaz de nos transformar, fazendo com que criemos uma consciência pautada no projeto de Jesus Cristo Evangelizador dos Pobres, “nossos amos e senhores”. Somos convidados a abrir nossas vidas à vontade do Senhor e a colocá-la acima das nossas vontades. O que Ele quer de nós é que sejamos misericordiosos; que ousemos sair do nosso mundo para entrar em cheio no mundo dos pobres, nutrindo-nos dos sentimentos de compaixão, amor, caridade e deste modo participar do sofrimento dos deles, na luta pelo resgate das suas dignidades roubadas. O trabalho entre os Pobres revelou, aos poucos, a São Vicente de Paulo a pessoa de Jesus Cristo que incansavelmente não deixou de trabalhar, de fazer o bem, de desgastar-se para a construção do Reino de Deus. 

3. São Vicente foi um homem da misericórdia. Convicto de sua missão, Vicente de Paulo foi capaz de experimentar a misericórdia de Deus e de fazer-se misericórdia entre os mais pobres: “Quando visitarmos os pobres devemos entrar nos seus sentimentos para poder sofrer com eles e ter a mentalidade do grande apóstolo que disse: “Eu me tornei tudo para todos”. Então, não é para nós a queixa que o Senhor fez antigamente através de um profeta: “Esperei para ver se alguém podia participar do meu sofrimento, mas não houve ninguém”. Por isso nós devemos tentar fazer os nossos corações sensíveis e receptíveis para o sofrimento e para a miséria do pobre. Peçamos a Deus que Ele nos dê o verdadeiro espírito de Misericórdia, que é o espírito próprio de Deus. Pois, como a Igreja diz, o próprio de Deus é mostrar misericórdia e dar dela o espírito” (Conferência do dia 6 de agosto de 1656). De igual modo, somos convidados a experimentar a misericórdia de Deus para nos fazermos misericórdia no mundo sofrido dos nossos irmãos empobrecidos. Exorta-nos o Papa Francisco em Misericordiae Vultus, número 15: “O auxílio que invocamos é já o primeiro passo da misericórdia de Deus para conosco. Ele vem para nos salvar da condição de fraqueza em que vivemos. E a ajuda d’Ele consiste em fazer-nos sentir a sua presença e proximidade. Dia após dia, tocados pela sua compaixão, podemos também nós tornar-nos compassivos para com todos. ” 

Que neste mês vicentino a intercessão de Maria, Nossa Mãe milagrosa, e a intercessão e o testemunho de São Vicente de Paulo nos tornem mais dóceis à vontade de Deus. Que nos tornem mais disponíveis para o trabalho e que isso nos faça misericordiosos, como o Pai quer que sejamos. Às vésperas do aniversário dos 400 anos do carisma vicentino, que a nossa Juventude Mariana Vicentina do Brasil seja o espaço da misericórdia e da compaixão para que juntos possamos ir aos diversos rincões de pobreza do nosso país, para transformá-los em lugares de vida. 

Que Santa Catarina Labouré seja a nossa intercessora nesta luta! 

Abraço a cada um e a cada uma em nome de Jesus Cristo, com fraternidade vicentina. 

Pe. Denilson Matias, C.M 
Diretor Nacional da JMV-Brasil