sábado, 3 de maio de 2014

Família Vicentina - Detalhes e Contatos


Vicente de Paulo
1581-1660
www.famvin.org

“Em qualquer idade e em qualquer vocação, você pode rezar e/ou agir com um grupo da Família Vicentina.”

1617 – Associação Internacional da Caridade
Confrarias da Caridade fundadas por São Vicente de Paulo

Associação de mulheres que se comprometem em equipe a combater todas as formas de pobreza e de injustiça e para dar às mulheres um papel social ativo e reconhecido, num espírito de solidariedade. Reagrupa cerca de 250.000 voluntárias em 50 países.

“Contra as pobrezas e suas causas, atuar juntos”

Secretariado Internacional AIC
Rampe des Ardennais 23
B-1348 Louvain La Neuve (Belgique)
Tel. 32 (0) 10 45 63 53
Fax: 32 (0) 10 45 80 63
E-mail: aic@euronet.be
Site: www.aic-international.org

1625 - Congregação da Missão
Fundada por São Vicente de Paulo

Os Padres e Irmãos da Missão, chamados Lazaristas ou Missionários Vicentinos, que imitam Jesus evangelizando os pobres com simplicidade, humildade, mansidão, mortificação e zelo apostólico. Estão presentes nos 5 continentes e 85 países.

“Ele me Enviou para anunciar a Boa Nova aos pobres”. (Lucas 4, 18)

Curia Generalizia
Via dei Capasso, 30
00164 Roma. Itália
Tel. 39-0 666-130-61
E-mail: cmcuria@tin.it
Site: www.cmglobal.org

1633 - Filhas da Caridade
Fundadas por São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac

Doadas a Deus para o serviço de Cristo nos pobres, em comunidade de vida fraterna para a missão, com um espírito evangélico de humildade, simplicidade e caridade.

“A caridade de Cristo nos impele”

A Companhia está presente em 94 países onde serve as pessoas mais desprovidas e abandonadas, numa preocupação com sua promoção integral e a prática da justiça.
Casa Mãe
140 rue du Bac
75340 Paris Cedex 07
Tel. 33 (0)1.49.54.78.78
E-mail:secretairegene@cfdlc.org
Site: www.filles-de-la-charite.org

1833 - Sociedade de São Vicente de Paulo
Fundadas por leigos entre os quais estava o Beato Frederico Ozanam

Um grupo de cristãos, leigos, que vivem no mundo de hoje, querendo contribuir com o seu tempo, esforço, vontade e desprendimento a aliviar as penas e necessidades dos outros. Com mais de 168 anos de experiência está presente em mais de 133 países.

Servir com esperança

Conselho Geral
5, rua de Londres
75009 Paris-Franca
Tel. 33 (0)1 53 45 87 53
Fax : 33 (0)1 42 61 72 56
E-mail : secretairecgi@ozanet.org
Site : www.ssvpglobal.org

1847 - Juventude Mariana Vicentina
Um desejo de Nossa Senhora, manifestado a Santa Catarina Labouré e tornado realidade pelo Pe. Aladel, CM

Uma Associação internacional juvenil comprometida com os jovens, o mundo, a Igreja e os Pobres. Estamos em 65 países com uns 125.000 membros.

A Jesus com Maria

Secretariado Internacional
c/ José Abascal 30
28003 Madrid - Espanha
Tel. 34 91 591 21 64
Fax : 34 91 448 31 89
E-mail : secinterjmv@gmail.com
Site : www.secretariadojmv.org


1909 - Associação da Medalha Milagrosa
Fundada por Pio X a 8 de julho de 1909, à luz das aparições a Santa Catarina Labouré em 1830 (Paris)

“Usem esta medalha com confiança”.
Honrar a Santíssima Virgem Maria no mistério da sua Imaculada Conceição e evangelizar os pobres, especialmente as famílias.

Refletir – Rezar – Agir

Ass. Medalha Milagrosa
140 rue du Bac França
75340 Paris Cedex 07
Tel. 33 (0)1.49.54.78.78
E-mail : amm@cfdlc.org
Site : www.amminter.org

1999 - Missionários Leigos Vicentinos
Fundada por missionários leigos.

Fomentar, facilitar, apoiar e coordenar a presença e o trabalho missionário dos leigos nas missões Ad Gentes confiadas à Família Vicentina ou animadas por ela.

Enviados por todo o mundo para evangelizar a os mais pobres

Equipe de Coordenação Internacional
c/ José Abascal 30
28003 Madrid - Espanha
Tel. +34 91 445 35 22
Fax : +34 91 444 30 19
E-mail : president@misevi.org
Site: www.misevi.org

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Resumo do livro: “São Vicente de Paulo e o Carisma da Caridade”




Resumo do livro:
“São Vicente de Paulo e o Carisma da Caridade”

Logo na introdução o autor evoca uma frase relativamente forte: “O povo morre de fome e se condena” (p. iii); de forma que se o leitor tem conhecimentos prévios sobre a vida e obra de São Vicente de Paulo, ligará a triste afirmativa com as três felizes fundações do Santo: A Associação Internacional da Caridade, com o suprimento da necessidade primária do faminto, alimentando-o, não de qualquer forma, mas instruindo para o exercício de uma caridade organizada; a Congregação da Missão, com a evangelização dos mais pobres; e as Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo que impelidas pelo amor de Cristo Crucificado não vacilam em acudir o oprimido, como bombeiro a apagar chamas. 

O capítulo primeiro: “A Conversão à Caridade” o autor não se preocupa em narrar fatos da juventude de Vicente, apenas o situa no tempo (1581) e no lugar (Puiy, França), porém faz questão de deixar claro que não consta nada de extraordinário em sua infância, e arremata: “foi um Santo que nunca escutou ‘vozes’”. (p. 1)

Por mostrar-se uma criança inteligente, o pai o envia a estudar na cidade grande, ele consegue a ordenação aos 19 anos, quando passou a buscar uma boa colocação, viajou à Roma, voltou a Paris ali começou a trabalhar como esmoler da mulher de Henrique IV, onde “dava esmolas, mas não fazia caridade, enchia as mãos, mas não os corações”. (p. 7) O fato de conhecer a realidade dos pobres, ter sido acusado injustamente de um roubo e o contato com um teólogo tentado contra a fé foram decisivos para sua conversão.

Em 1612 lhe foi confiada a paróquia de Clichy, onde se sentia realizado em seu trabalho e também conheceu seu futuro irmão de congregação Antônio Portai. Depois de um ano na paróquia, retornou a Paris para junto dos Gondi. Época em que São Vicente já se decidira por Deus e por acolher a Sua santa vontade em sua vida.

Além de preceptor e conselheiro, o Santo também celebrava nas terras de seus patrões. Foi em uma das pregações na igreja de Folleville – “o primeiro sermão das missões,” realizado após a confissão geral de um senhor, que São Vicente viu como as almas dos camponeses estavam abandonadas e percebeu que já não podia ficar nos palácios, de forma que seguiu a Chatillon-les-Dombes, onde também atuou como pároco.

Nessa paróquia, certo dia, quando se paramentava para celebrar a eucaristia, foi informado de “que, numa família, todos estavam doentes e não tinham nada para viver” (p. 18). Vicente atualizou o seu discurso à luz da realidade, e muitas pessoas quiseram ajudar a família necessitada. “O Santo compreendeu que não bastava a emoção do momento. Não organizar é como abandonar” (p. 18). Daí nasce a Associação Internacional da Caridade em 1617.

Outra vez Vicente é convidado a voltar a Paris, porém este põe como condição poder exercer o ministério sacerdotal itinerante. Tempo em que: conhece pessoas importantes em sua vida, dentre eles Francisco de Sales; torna-se capelão das galeras; visita sua terra natal; é nomeado “principal” do colégio dos Bons Enfants; e tempo também em que ficou mais claro em sua cabeça, as “duas pobrezas” a fome de pão e a fome de Deus. Assim, com a ajuda da senhora de Gondi, convida outros padres e funda, em 1625, a Congregação da Missão, para fazer missão juntos aos camponeses.

Com o tempo a sede a Congregação passou a ser em São Lázaro, onde se recebia clérigos para a formação e de onde partiram missionários para vários lugares: Cidades Francesas (1633), Roma (1642), Túnis, Argel, Irlanda e Escócia (entre 1645 e 1646) e Madagascar (1648). O segredo para o sucesso das missões era “a convicção do Fundador de que tudo é obra de Deus” (p. 49), ele defendia que os missionários assemelhassem-se a Cristo nos pensamentos e nas obras, ensinando-lhes as cinco virtudes: simplicidade, humildade, mansidão, mortificação e zelo - paixão pelo Evangelho.

No capítulo “A Caridade no Feminino” o autor coloca que Francisco de Sales desejou escrever uma história sobre a caridade, porém faleceu logo, ficando Vicente, que também não a escreve, mas contribui para que esta se desse com as “Caridades” – já mencionadas, e as “Filhas da Caridade”, porém para criar essa companhia, o Santo precisou da ajuda de uma grande mulher: Luisa de Marillac, que por ser filha ilegítima não conheceu o carinho na infância, desejou entrar para o convento porém não a aceitaram, seu tio arrumou-lhe um casamento de onde lhe veio um filho, seu marido morreu logo e seu filho não lhe deu prazer.

Luisa teve dois encontros importantes que foram decisivos para seu protagonismo dentro da Igreja, uma iluminação do Espírito Santo em 1623 e a acolhida de Vicente de Paulo como seu confessor.

Foi visitando as Caridades que Luisa percebeu que as senhoras já davam muito, porém não davam a vida. É quando aparece na vida de Vicente e Luisa Margarida Naseau, que tinha sede de aprender e ajudar aos pobres; os Santos viram nela uma inspiração para fundar a Companhia das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo. Assim nasciam, em 1633, as Filhas de Deus (SVP, IX, 77-79), que teriam como fim servir aos pobres doentes corporal e espiritualmente; o ambiente desse serviço não é o claustro ou a religião, mas o mundo. (p. 65). Por muitas vezes Vicente insistiu que as Filhas da Caridade deveriam ter mais virtudes que as outras irmãs. (p. 67)

Vicente ganhava experiência e com 53 anos passou a colocar o serviço à Igreja, em primeiro lugar, colaborando assim na reforma monástica; implantação de retiros pelos seminários e as “Conferências das Terças-Feiras”; participação no “Conselho de Consciência” – instância ética do Governo Francês da época, onde teve o descontentamento de trabalhar com o cardeal Mazzarino. Fazer parte do Conselho não era para Vicente nenhum motivo de vanglória. “Tornando poderoso, tornou-se a voz dos que não tem voz.” (p. 77).

No último terço de sua vida, sua história cruza, com a história bélica da França. Espanhóis invadiram Corbie, explode uma série de guerrilhas civis, guerra dos Trinta Anos, a Fronda, etc., houve fome, canibalismo... a morte chegou a ser um alívio, uma liberação. Vicente sabendo que a guerra era por questões políticas foi a Richelieu e rogou: “Dê-nos a paz e tenha piedade de nós, dê a paz à França” (p. 78). Paris estava tranquila, mas as províncias destruindo-se. Vicente envia Missionários e até Filhas da Caridade para ajudar as vítimas da guerra.

Os pobres eram seu peso e sua dor, seu olhar se encontrava com os deles, não os queria manter na pobreza nem os considerava meios para os ricos chegarem ao paraíso. Vicente via Jesus nos pobres, não pensava esquecer o mundo para encontrar o Senhor.

Se na Idade Média viver a pobreza era considerado quase uma bem-aventurança, depois de 1500, também pela mendicidade na França, associava-os a imoralidade e perdição. São Vicente porém quebrou os paradigmas atuando nos mais variados tipos de pobrezas, e teve predileção pelos mais necessitados: os doentes – os conhecia e os visitava; as crianças abandonadas – expostas com as amas de leite junto a catedral de Notre-Dame, ou deixadas nas ruas, já seja por motivo de pobreza ou por serem “filhos do pecado” e os loucos assistindo-os em São Lázaro, bem como enviando Irmãs ao hospício de Menages a cuidar daqueles a quem considerava os mais inocentes dos prisioneiros.

Mesmo em sua época, a caridade e a evangelização imprimida por ele não se restringiu ao território Francês ou a Europa. Quis o bom Deus que o Santo enviasse missionários aos países: Túnis e Argel, onde faziam apostolado entre os escravos de tais terras islâmicas. Os relatos de perseguições e mortes, (como a do Pe. Tadeu Lee, CM, primeiro mártir da Congregação da Missão), são fortes e fontes de fervor pela manutenção da Igreja e da propagação do nome de Cristo nas diferentes missões: Norte africano, Irlanda e norte da Inglaterra (Ilha Verde) e Madagascar (Ilha Vermelha).

As comunicações eram precárias, mas se davam, e muitas vezes traziam mais ardor missionário como foi o caso das correspondências com um bispo irlandês que descrevia os bons frutos que os missionários vicentinos aportaram a sua diocese, esperando ele mesmo, o bispo, salvar-se com a assistência de tão abençoados missionários, ou com as cartas trocadas com a longínqua e “ceifante” missão malguache.

São Vicente apostou nos leigos; quem se associava às “Caridades” eram chamados de servas e servos. Ele tinha um ideal autêntico: “o homem se afirma quando serve, é grande quando se faz pequeno, realiza-se quando faz crescer os outros”. (p. 113). Conta o autor que com a ação dos leigos vicentinos houve na Igreja como a transfusão de um sangue novo, seus trabalhos restituíam a credibilidade e o esplendor de glória sufocados pelos 50 anos de guerras de religião ali acontecidas.

Baseando-se na parábola do bom samaritano Vicente de Paulo subverteu a concepção que punha no alto os privilegiado e na base os Pobres, estabelecendo o eixo direto: Cristo-Igreja-Pobres. Vendo a realidade, compadecendo-se da mesma, e logo cuidado dessa, ou melhor, respondendo-a com uma ação concreta. Arrematando com a verdade de que um verdadeiro vicentino deve divulgar o compromisso pela caridade, sua ação não pode ser um paliativo, mas uma intervenção sobre as causas da pobreza.

São Vicente era contemplativo na ação, seu segredo era a vida espiritual que levava, confiava na divina providência. A coerência entre seu pensamento e ação nasce exatamente da união entre caridade e evangelho, mas nem por isso se sentia melhor que os demais, chegando a definir-se como pior que um demônio, mas pela misericórdia de um Deus que deixava as 99 ovelhas em busca da extraviada, sentia-se amado e queria amar. “Seu zelo e paixão pelas almas o multiplicava” (p. 126), tanto que já na velhice, uma vez declarou está disposto a ir as Índias ganhar almas para Deus.

Sua última palavra foi “Jesus”, morrendo em 27 de setembro, sentado ao lado da lareira, “como se fosse partir para uma longa viagem. Para a caridade, isto é, para Deus.” (p. 132)

Meditando sobre a vida do Santo, colhemos dele um grande exemplo para nós. O caminho por ele trilhado o levou a Cristo, seguindo no hoje suas pegadas, também nos aproximaremos do Mestre. Vemos também que em sua época o pobre causava medo; não diferente da atualidade quando muitos continuam associando a figura do pobre a doenças, a roubos e a violências diversas. Naquele tempo Vicente convidou os seus, a Igreja e a sociedade a “virarem a medalha”, também agora somos convidados a fazer o mesmo e ver “com as luzes da fé que o Filho de Deus, que quis ser pobre, nos é representado por esses Pobres”. (vi).


Referência:

MEZZADRI, Luigi . São Vicente de Paulo e o Carisma da Caridade / tradução de Lauro Palú. – Curitiba: Vicentina, 2004

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Ser Sacerdote




Ser sacerdote é para tudo isso. 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

PROJETO DE MISSÃO JOVEM


 PROJETO DE MISSÃO JOVEM 
PAROQUIA N. SRA. CONCEIÇÃO 
BELA CRUZ - CE - BRASIL

1.IDENTIFICAÇÃO
Nome: Missão Jovem                                       
Local: Paroquia N. Sra. Conceição
Data: Setembro a Dezembro 2013

2.JUSTIFICATIVA
A missão da Igreja é evangelizar! Nos da Comissão de Juventude da Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Bela Cruz não podemos ignorar esta verdade. Diante da afirmativa, das experiências missionarias diretas já realizadas por alguns membros desta Comissão e da necessidade da força juvenil dentro das capelas e comunidades da Paróquia e impulsionados pelas temáticas da Campanha da Fraternidade 2013 e pelo convite missionário constantemente feito pela Igreja, em especial, pelo envio à Missão “-Ide, sem medo e servi” do Papa Francisco por ocasião da Jornada Mundial da Juventude Rio 2013, com o apoio da Diocese de Sobral e de nossa Paróquia desejamos implantar o presente projeto: Missão Jovem.
 
3.OBJETIVO
Realizar missões jovens nas Capelas e com o fim de aproximar os jovens do trabalho pastoral, tornando-os protagonistas e multiplicadores do evangelho de Cristo e animando assim as Comunidades visitadas.

4.METAS
·         Criar 02 equipes de jovens missionários para realizar missões na Sede e nas Capelas e Comunidades;
·         Ministrar 03 encontros de formação e planejamento das equipes criadas;
·         Participar da missa de envio e lançamento do projeto;
·         Visitar as 28 Capela e Comunidades da Paróquia;
·         Animar 28 Missas/Celebração;
·         Realizar 28 noites culturais cristãs valorizando o potencial local;
·         Engajar, diretamente, de cada localidade visitada, 03 novos membros nos trabalhos pastorais;
·         Promover um Natal Solidário, numa área de missão da Sede para o encerramento do projeto.

5.ESTATÉGIA DE AÇÃO E DIVULGAÇÃO
·         Convidar jovens e interessados a ajudarem no projeto;
·         Divulgar a agenda e atividades do projeto nos meios – Missas, Programas de Rádios e Redes Sociais;
·         Mobilizar as comunidades a agendarem e receberem as equipes de jovens missionários na reunião das pastorais do dia 28/09/2013;
·         Rezar e divulgar o projeto no novenário da Festa de São Vicente 2013;

6.CRONOGRAMA
Atividade
Local
Data
Responsável
01
Criar equipes de jovens missionários
Sede
08 setembro
Coordenação da Comissão de Juventude - CJ
02
Encontros de formação e planejamento das equipes
Sede
15, 22 e 29 setembro
Coordenação da CJ, Padre e Convidados
03
Missa de envio e lançamento do projeto
Sede
06 outubro
Coordenação da CJ e Padre
04


Visitar as 28 Capela e Comunidades da Paróquia;
Localidades da Paróquia
Outubro a Dezembro
Comissão de Juventude, Padres e Comunidade Visitada
·         Mãe Rainha
Córrego Grande

Equipe 01 e Padre 2
·         São Sebastião
Córrego dos Reinaldos

Equipe 01 e Padre 2
·         São Paulo Apóstolo
Impueiras

Equipe 01 e Padre 2
·         São Vicente
Centro

Equipe 02 e Padre 1
·         Santa Luzia - Em Construção
Chapadinha

Equipe 02 e Padre 1
·         Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Araticuns

Equipe 01 e Padre 2
·         São João Batista
Lagoa do Mato

Equipe 01 e Padre 2
·         Nossa Senhora das Graças
Lagoa Seca

Equipe 01 e Padre 2
·         Nossa Senhora de Fátima
Correguinho

Equipe 01 e Padre 2
·         São Miguel Arcanjo
Riacho I

Equipe 01 e Padre 2
·         Cristo Rei
Riacho II

Equipe 01 e Padre 2
·         São Francisco
Matriz

Equipe 02 e Padre 1
·         São José
Aroeira

Equipe 02 e Padre 1
·         Santo Antonio
São Gonçalo

Equipe 02 e Padre 1
·         Nossa Senhora do Perpétuo Socorro
Aroeirinha

Equipe 02 e Padre 1
·         Nossa Senhora das Graças
São Sebastião

Equipe 02 e Padre 1
·         Nossa Senhora Aparecida
Pimenteiras

Equipe 01 e Padre 2
·         Capela - Em Construção
Capemba

Equipe 01 e Padre 2
·         Capela - Em Construção
Mil Passos

Equipe 01 e Padre 2
·         Sem Capela
Assentamento São José

Equipe 01 e Padre 2
·         Sem Capela
Assentamento Leite

Equipe 01 e Padre 2
·         Sem Capela
Baixa Nova I

Equipe 01 e Padre 2
·         Sem Capela
Baixa Nova II

Equipe 02 e Padre 1
·         Sem Capela
Boa Esperança

Equipe 02 e Padre 1
·         Sem Capela
Santa Tereza

Equipe 02 e Padre 1
·         Sem Capela
Aguiar

Equipe 02 e Padre 1
·         Sem Capela
Aroeira

Equipe 02 e Padre 1
·         Sem Capela
Ibiratanha

Equipe 02 e Padre 1
05
Animar 28 Missas/Celebração;
Mesmo local da Visita
Mesmo data da Visita
Jovens locais, Equipe Missionária, Padres e Comunidade Visitada
06
Noites culturais cristãs
Mesmo local da Visita
Mesmo data da Visita
Jovens locais, Equipe Missionária, Padres e Comunidade Visitada
04
Engajar novos membros nos trabalhos pastorais
Mesmo local da Visita
Mesmo data da Visita
Equipe Missionária, Padres e Comunidade Visitada
08
Natal Solidário - encerramento do projeto.

22 dezembro
Comissão de Juventude e todos envolvidos no projeto


7.RECURSOS
7.1 – Humanos
·         Jovens da Comissão de Juventude Paroquial;
·         Padres;
·         Coordenadores das Comunidades e Capelas;
·         Convidados (Membros das demais pastorais da paróquia)
  
7.1 – Materiais e Financeiros

Especificação
Orçamento R$
Observação
01
Alimentação
300,00
Solicita-se 75% do Fundo Diocesano de Solidariedade CF 2013, 20% da Paróquia e Comissão da Juventude entrará com 5% das despesas.  
02
Material Didático Pastoral
700,00
03
Transporte
300,00
04
Camisetas
700,00
Total
2.000,00



8.PARCEIROS
·         Diocese de Sobral
·         Cáritas Diocesana
·         Paróquia Nossa Senhora da Conceição de Bela Cruz
·         Capelas e Comunidades
·         Instituto Imaculada Conceição
·         Radio Genoveva FM


9.ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO
O acompanhamento e a avaliação se darão reuniões mensais. As intervenções com o fim de melhorar as atividades do projeto serão aplicadas à medida que se veja necessário. No encerramento do projeto, se entregará um relatório a Diocese e guardará copia na secretaria paroquial em Bela Cruz.


10.RESULTADOS ESPERADOS
Espera-se que ao concluir este projeto, todas as Capelas e Comunidades estejam mais motivadas na construção do Reino, que os jovens ali encontrados e também enviados como novos missionários passem a atuar nos trabalhos pastorais da Comunidade e que os membros da Comissão de Juventude paroquial sintam-se motivados para projetos mais ousados. 




Organização: Comissão da Juventude
Apoio: Paróquia N. Sra. da Conceição e Diocese de Sobral